“Gosto de quem presta atenção em mim. De quem procura novidade mesmo me conhecendo do avesso. De quem não desiste de me descobrir. De quem não se cansa da rotina. De quem se entrega. Sempre.”

Clarissa Corrêa  (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: quesejadoce-sempre, via sociedadedospoetasmortos)

“Que sejamos doce,
ao ponto que o tempo nunca amargue.
Que a felicidade esteja em nós,
de um jeito que a tristeza nunca estrague.”

Céu  (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: c-e-u, via sociedadedospoetasmortos)

“Se você está pensando,
Que eu estou me importando,
Claro que eu estou!
Eu não sou feito essa gente,
Que ama e de repente,
Tchau, e se acabou.”

Vinicius de Moraes. (via regalar)

(Source: deposito-de-tirinhas, via regalar)

“Ninguém ama porque quer
O amor nos escolheu, você e eu.”

Ana Carolina. (via regalar)

“Leio e estou liberto. Adquiro objectividade. Deixei de ser eu e disperso. E o que leio, em vez de ser um trajo meu que mal vejo e por vezes me pesa, é a grande clareza do mundo externo, toda ela notável.”

Fernando Pessoa. (via infinito-particular)

(Source: trechosdaliteratura, via infinito-particular)

“E para os amores impossíveis, tempo.”

Fernando Veríssimo   (via silenciar)

(Source: des-apego, via silenciar)

“Tudo passa.
Chuva passa.
Tempestade passa.
Até furacão passa.
Difícil é saber o que sobra.”

Millôr Fernandes (via silenciar)

(Source: musicapipocaemagia, via silenciar)

“Os meus ciúmes eram intensos, mas curtos. Com pouco derrubaria tudo. Mas, com o mesmo pouco, ou menos, reconstruiria o céu, a terra e as estrelas.”

Dom Casmurro   (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: roseada, via sociedadedospoetasmortos)

(via sociedadedospoetasmortos)

A mãe da gente é aquela que nos controla e assim nos salva e nos atormenta; e nos aguenta mesmo quando estamos mal-humorados, exigentes e chatos. mas também algumas vezes perde a calma e grita, ou chora. Mãe da gente é aquela que nos oprime e nos alivia por estar ali; que nos cuida, às vezes demais, e se não cuida a gente faz bobagem; é a que se queixa de que lhe damos pouca bola, não ligamos para seus esforços, e, mais tarde, de que quase não a visitamos; é aquela que só dorme quando sabe que a gente está em casa, e chegou bem; a que levanta da cama altas horas para pegar a gente numa festa quando o pai não está ou não existe, ou já fez isso vezes demais.

A mãe da gente é o mais inevitável, inefugível, imprescindível, amável, às vezes exasperante e carente ser que, seja qual for a nossa idade, cultura, país, etnia, classe social ou cultura, nos fará a mais dramática e pungente falta quando um dia nos dermos conta de que já não temos ninguém a quem chamar de “mãe”.

Lya Luft (via deixamolhar)

Quando já não tinha espaço, pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer,
Acomodei minha dança, os meu traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha e assim ser tua

Quando já não procurava mais
Pude enfim nos olhos teus, vestidos d’água,
Me atirar tranquila daqui
Lavar os degraus, os sonhos, as calçadas

E, assim, no teu corpo eu fui chuva
… jeito bom de se encontrar!
E, assim, no teu gosto eu fui chuva
… jeito bom de se deixar viver!

Nada do que fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra tua boca

E, mesmo que eu te me perca,
Nunca mais serei aquela que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela…

(Luis Kiari e Caio Só, Quando fui chuva)

(Source: incolume, via deixamolhar)

“Tem coisa mais doce que alguém te cativando o tempo todo? Ir minando aos poucos sua defesa própria. Tem coisa mais forte que alguém te invadindo aos poucos? Compartilhando até dos mais íntimos segredos (…)”

Jorge Vecillo (via andamdizendo)

“Se eu tivesse que fugir da minha vida seria pra tua casa…”

Martha Medeiros  (via la-tua)

(Source: eles-e-eu, via versejada)